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Congresso de Psicologia Hospitalar ocorre em Gramado

Congresso Psicologia Hospitalar

O ramo da psicologia hospitalar ainda é novo no Brasil, mas está crescendo rapidamente, pois sua importância está sendo cada vez mais reconhecida, especialmente nos congressos que tem acontecido em nosso país a respeito. Nesse ano, o 11º Congresso de Psicologia Hospitalar vai acontecer na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul.

O que é psicologia hospitalar?

A psicologia hospitalar é uma vertente da psicologia que tem como principal funcionalidade o auxílio a pacientes que estejam enfrentando algum tipo de doença, ajudando esse paciente a lidar com ela da melhor maneira possível e não desanimar frente a essa diversidade. O acesso ao curso de psicologia é, muitas vezes, realizado por meio das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Uma doença tende a bagunçar toda a vida de um paciente e ele acaba se sentindo desanimado, ainda mais quando o tratamento requer internação. O paciente é obrigado a sair do conforto de sua casa e do seio de sua família para ficar em um hospital, um ambiente muitas vezes hostil, no qual médicos e enfermeiras se desdobram para cuidar de vários pacientes ao mesmo tempo.

Esse é um momento bastante delicado na vida de um paciente e o psicólogo nesse ambiente hospitalar tem a função de ouvir o paciente, fazendo com que ele se sinta acolhido mesmo naquele ambiente, buscando diminuir o sofrimento desse paciente. O psicólogo não pode fazer muito frente às enfermidades do corpo, mas pode sim frente ao sofrimento psicológico desse paciente.

No ambiente hospitalar o psicólogo pode ter várias atuações, ele pode atuar individualmente junto a cada paciente no leito do hospital, mas ele também pode trabalhar com grupos, fazendo o que conhecemos como terapia em grupo.

Terapia em grupo pode ser muito útil para pacientes que estejam lutando contra uma doença, pois eles têm a oportunidade de interagir com outras pessoas que estão lutando contra a mesma doença, eles podem trocar experiências com pacientes que estão em outra fase do tratamento e acabam incentivando uns aos outros para não desistirem.

11º Congresso de Psicologia Hospitalar

O Congresso de Psicologia Hospitalar está atualmente em sua 11ª edição, e vai ocorrer na cidade de Gramado no estado do Rio Grande do Sul, de 30 de agosto a 2 de setembro de 2017. O Congresso de Psicologia Hospitalar irá contar com palestras de Isabel Leal vinda de Lisboa, em Portugal, Maria Helena Franco, Neury Botega e Ricardo Gorayeb, ambos de São Paulo.

O Congresso de Psicologia Hospitalar é uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre psicologia hospitalar, assistindo as palestras e também conversando com outros participantes que também atuam nessa área.

O Congresso de Psicologia Hospitalar é uma ótima oportunidade tanto para aqueles que já estão formados e atuam ou não na área de psicologia hospitalar quanto para os estudantes, pois eles podem conhecer mais sobre essa vertente da psicologia e o 11º Congresso de Psicologia Hospitalar oferece certificado de horas complementares no total de 25 horas para quem participar.

Além dos palestrantes já citados, no 11º Congresso de Psicologia Hospitalar estarão presentes palestrantes da área de outros países da América Latina. Com certeza é uma oportunidade que não dá para deixar passar.

Cardiologia do esporte e reabilitação cardiovascular

Exercícios para a reabilitação cardiovascular.

Os benefícios do exercício diário são imensos – desde baixar a pressão arterial elevada, ajudar a perda de peso e melhorar a saúde do coração e pulmão. Mas as pessoas que já tiveram problemas cardíacos precisam ter uma certa preocupação, pois dependendo do tipo do exercício poderia colocá-los em risco de ataque cardíaco ou provocar uma ótima melhora na reabilitação cardiovascular.

Como a cardiologia do esporte pode ajudar na reabilitação cardiovascular

Felizmente, o exercício aeróbio regular é geralmente seguro para aqueles diagnosticados com insuficiência cardíaca, dizem os especialistas – desde que seja moderado e não muito intenso.

“A atividade aeróbica diária em quantidades razoáveis ​​é a única coisa que sabemos que é realmente benéfica e pode melhorar os resultados para pacientes cardíacos”, diz o Dr. Zubin Eapen, professor de medicina da Duke University.

Saiba como o esporte pode auxiliar na reabilitação cardiovascular.

Eapen diz que muitos médicos e pacientes vêem a reabilitação cardíaca como algo que deve ser feito somente quando é realmente necessário. Mas que, o ideal é que uma vez que você terminou um programa do exercício recomendado por um doutor ou um especialista, a ideia é continuar exercitando com segurança para manter ou melhorar sua função do coração.

É importante verificar com o seu médico antes de iniciar qualquer tipo de exercício, e começar com cinco ou 10 minutos de alongamento para aquecer.

Quais tipos de exercícios fazer visando reabilitação cardiovascular?

“De um modo geral, seu objetivo é manter 25 a 30 minutos de algum tipo de atividade aeróbia de baixo nível por dia – não uma ou duas vezes por semana – todos os dias”, diz o Dr. Clyde Yancy, chefe de cardiologia-medicina na Faculdade de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern.

Já movimentos repetidos, como aqueles necessários para levantar pesos pesados na musculação, não são aconselhados, porque coloca uma carga considerável sobre o coração. A seguir veja alguns exercícios que você pode fazer para ajudar na recuperação cardiovascular.

Exercícios para reabilitação cardiovascular

A atividade aeróbia número 1 para pacientes cardíacos é andar. De acordo com a American Heart Association, uma rápida caminhada fornece os mesmos benefícios para a saúde como uma corrida intensa. Uma rotina de caminhada consistente pode fortalecer os músculos do coração e reduzir os níveis de colesterol.

Entrar em uma piscina é uma ótima maneira de obter baixo impacto de exercício e o fortalecimento do seu coração e pulmões. Mesmo se você não for um nadador, pode em andar na parte rasa ou fazer atividades aeróbicas.

Pedalar de bicicleta – móvel ou estacionária – é uma ótima maneira de trabalhar o coração e os pulmões sem colocar estresse nas costas, quadris, joelhos ou tornozelos.

Exercícios para a reabilitação cardiovascular.

Com a aprovação do médico, o tênis é uma grande atividade para pacientes cardíacos. Um estudo publicado no Journal of Sports Science & Medicine descobriu que pacientes de baixo risco que tiveram ataques cardíacos descobriram que o tênis resultou em “mudanças fisiológicas que reduziram o risco cardiovascular”.

Pesquisas mostram que a prática de ioga tem benefícios para a saúde para aqueles com problemas cardiovasculares, incluindo insuficiência cardíaca. No entanto, as pessoas com pressão alta podem precisar modificar certas poses.

Obesidade e a síndrome metabólica

Entenda porque a obesidade está relacionada com a síndrome metabólica.

Síndrome metabólica, às vezes chamada de síndrome X, é uma condição que acontece quando um grupo particular de fatores de risco metabólicos existem ao lado uns dos outros em seu corpo. Se você tem síndrome metabólica, você tem um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2. Você já até pode estar tendo os primeiros sinais de diabetes tipo 2. Saiba um pouco mais sobre esta condição.

Como saber se tenho síndrome metabólica

“Qualquer síndrome é um conjunto de condições, e esta síndrome é um conjunto de três: hipertensão arterial, diabetes e obesidade. E também está associada a níveis elevados de colesterol “, explica Julie Ward, enfermeira cardíaca sênior da British Heart Foundation.

Principais sintomas da síndrome metabólica.

Quando você tem este conjunto particular de condições, você está em risco ainda maior de doenças cardiovasculares, como ataques cardíacos e derrames. Então, você não só tem um, mas três ou quatro problemas de saúde acontecendo ao mesmo tempo. Dessa forma, o diabetes prejudica os vasos sanguíneos, a pressão arterial danifica os vasos sanguíneos, a obesidade coloca muita pressão sobre os vasos sanguíneos e coração e, claro, o colesterol provoca o entupimento das artérias. E tudo isso pode levar a ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais.

Quem está mais propenso a ter a síndrome metabólica?

Esta síndrome geralmente afeta pessoas que estão com sobrepeso, estão comendo uma dieta pobre, com altos níveis de açúcar e gordura, e têm colesterol alto e pressão arterial elevada. É uma condição muito grave e se você tem isso, precisa estar sob o cuidado e supervisão de seu médico.

Outros fatores que aumentam o risco de desenvolver síndrome metabólica incluem:

  • Idade – seu risco aumenta à medida que envelhece;
  • Raça – certos grupos étnicos, como asiáticos e africanos, podem estar em maior risco;
  • Outras condições – o risco é maior se você tiver doença cardiovascular, doença hepática gordurosa não-alcoólica (NAFLD) ou, em mulheres, síndrome do ovário policístico (SOP).

Entenda porque a obesidade está relacionada com a síndrome metabólica.

Como a síndrome metabólica é diagnosticada?

Para que você seja diagnosticado com síndrome metabólica, é necessário que você tenha pelo menos três, ou mais, destes fatores de risco:

  • Homem ou mulher obesos, particularmente em torno da meia idade;
  • Níveis elevados de colesterol LDL (o ruim) e baixos níveis de colesterol bom, o HDL. Estas medidas são importantes, porque podem resultar em uma condição conhecida como aterosclerose, onde os depósitos de gordura podem eventualmente bloquear suas artérias;
  • Realizar pouca ou nenhuma atividade física;
  • Resistência à insulina, o que significa que seu corpo não é capaz de manter o nível de açúcar no sangue nos níveis certos. Isso está associado com diabetes tipo 2. Se você tem síndrome metabólica você está em maior risco de desenvolver diabetes tipo 2.

Para saber mais você pode consultar o site da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Psicologia Hospitalar: o que é e como funciona

Entenda o que a psicologia hospitalar pode fazer por você

A psicologia vem sendo um campo em crescimento vertiginoso nos últimos anos. Principalmente pelo aumento de pessoas com condições psicológicas específicas como o caso de depressão, síndrome do pânico e muitas outros exemplos. A função do psicólogo nesse caso é de ajudar o paciente em consultas, seguindo diversos conhecimentos e teorias sobre a mente humana, a passar por essa condição e possibilitar um controle sobre a situação mental.

Quando falamos de psicologia hospitalar existem algumas diferenças e também similaridades. Sendo que a principal função do psicólogo hospitalar é ajudar o paciente hospitalizado. Este paciente não necessariamente possui um distúrbio mental ou qualquer condição psicológica. Muitas vezes, ele apenas necessita de um auxílio de um profissional para superar esse período hospitalizado ou adoecido. E é nesse ponto que o psicólogo hospitalar entra.

Saiba quais são as especialidades de um psicólogo hospitalar

Psicologia hospitalar e suas atuações

O psicólogo hospitalar atua concomitantemente com toda a equipe do hospital em atendimento ao paciente. Sejam eles médicos especializados em determinadas doenças ou enfermeiras e outros profissionais. A função do psicólogo neste caso é entender todo o quadro pelo qual o paciente está tendo que lidar, compreendendo o obstáculo mental e, dessa forma, visando minimizar o sofrimento psíquico do paciente, seja ele qual for.

Assim como o campo geral da psicologia sofre muitos preconceitos em relação à real necessidade do tratamento. Não raro escutamos a negação em iniciar o tratamento psicológico com a justificativa de que a pessoa “não é louca” e portanto não necessita desse atendimento.

Esse tipo de discurso vem mudando mas os profissionais da área ainda encontram barreiras.

Entenda o que a psicologia hospitalar pode fazer por você

Atividades e tratamentos de um psicólogo hospitalar

O profissional da psicologia hospitalar pode sugerir diversos tipos de aproximação ao paciente. Algumas atividades incluem o atendimento psicoterapêutico, a formação de grupos psicoterapêuticos no caso de alas inteiras de um hospital, ou mesmo grupos de psicoprofilaxia. O psicólogo ainda pode oferecer atendimentos em ambulatório e unidade de terapia intensiva (UTI), no pronto atendimento e enfermarias em geral. E, por fim, o profissional ainda pode prestar serviços de avaliação diagnóstica e consultoria.

Um observação importante quando falamos de psicologia hospitalar é que a função deste profissional não tem como objetivo curar uma patologia propriamente dita. O tratamento visa atuar no sofrimento da pessoa que diz em relação à hospitalização. Sendo indicado, se necessário, que a pessoa continue um tratamento psicológico posteriormente.

Ultrapassando a barreira do preconceito no que cerne a função e a abrangência da psicologia, a área só tende a crescer. Pois além de voltar a nossa atenção para cuidar da saúde física, precisamos, concomitantemente, cuidar da nossa mente.

Transplante de medula óssea agora

Um transplante de medula óssea é um procedimento para substituir a medula óssea danificada ou destruída por células-tronco saudáveis da medula óssea.

Medula óssea é o tecido macio e gorduroso que fica dentro de seus ossos. Mas como entender tudo isso pode ser um tanto quanto complicado, continue lendo para compreender um pouco mais sobre o transplante de medula óssea.

O que é o transplante de medula óssea?

Médula e células sanguíneas saudáveis ​​são necessárias para a vida. Porém, certas doenças podem afetar a capacidade de funcionamento da medula. Quando isso acontece, uma medula óssea ou transplante do sangue do cordão umbilical poderia ser a melhor opção de tratamento. Para algumas doenças, o transplante poderia até mesmo ser a única cura potencial.

O que é o transplante de medula óssea?

Um transplante de medula óssea ou de cordão trata-se da substituição de células não-saudáveis por outras saudáveis. As células formadoras de sangue também são chamadas células-tronco do sangue. E as células-tronco são células imaturas que podem crescer e se transformar em glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.

Existem dois tipos de transplante. Um, chama-se transplante autólogo e usa suas próprias células que são coletadas da corrente sanguínea e armazenadas para o seu transplante. O outro, o transplante alogênico que utiliza células de um membro da família, um doador não relacionado ou uma unidade do sangue do cordão umbilical.

Para realizar o transplante, médicos recorrem a três fontes de células formadoras de sangue:

  • Medula óssea;
  • Sangue periférico (circulante) (também chamado de células-tronco de sangue periférico);
  • Sangue do cordão umbilical coletado após o nascimento do bebê.

Se você precisar de um transplante, você será encaminhado a um médico especializado nessa área. Então, o médico irá falar com você sobre o tipo de transplante e a fonte de célula que podem funcionar melhor com base na sua doença e outros fatores de saúde.

Onde fica a medula óssea?

Como o transplante funciona?

Um transplante autólogo é uma maneira de tratar o câncer usando doses muito altas de quimioterapia que destroem a medula óssea como um efeito colateral. Então, as células sanguíneas autólogas substituem a medula danificada no processo. É assim que os transplantes autólogos são usados para combater certos tipos de câncer, como o linfoma.

Um transplante alogênico também trata câncer sanguíneo e oferece o benefício adicional de usar o sistema imunológico do doador para reconhecer e destruir as células cancerosas. O transplante alogênico também é utilizado para tratar algumas doenças não cancerosas, como a anemia falciforme. Em doenças não cancerosas, o transplante substitui células de medula defeituosas com as células saudáveis do doador.

Clique aqui para saber mais sobre o sistema nacional de doação de medula óssea, chamado REDOME.

Cardiologia pediátrica no Brasil

Infelizmente as doenças cardíacas não atingem somente os adultos. Como vimos anteriormente, crianças podem sofrer de diversas doenças do coração, geralmente provenientes de causas específicas. E justamente por ainda não ser possível evitar esse tipo de acometimento, existe uma área da medicina especializada nesse grupo específico, chamada cardiologia pediátrica.

Do que se trata a cardiologia pediátrica?

Um cardiologista pediatra é um pediatra que recebeu um treinamento extensivo em diagnosticar e tratar problemas cardíacos das crianças. A avaliação e o tratamento podem começar com o feto, uma vez que os problemas cardíacos podem agora ser detectados antes do nascimento.

Esse tipo de médico portanto, trata doenças e anormalidades do coração e sistema circulatório em crianças.

Saiba do o que um cardiologista pediatra faz.

Quando um pediatra suspeita de um problema cardíaco, ele ou ela pode pedir a um cardiologista pediátrico para investigar mais. Causas comuns para um encaminhamento para o cardiologista pediatra incluem sopros cardíacos, dor no peito, tontura ou palpitações.

Um cardiologista pediátrico é treinado para executar e interpretar procedimentos como eletrocardiogramas, ecocardiogramas e testes de exercício. Em casos de doença cardíaca mais sérias, um cardiologista pediátrico pode realizar um cateterismo cardíaco, a fim de diagnosticar ou tratar o problema cardíaco da criança. Se a criança precisar ser hospitalizada, o cardiologista pediátrico e o cirurgião cardíaco pediátrico trabalham juntos no planejamento da cirurgia cardíaca, quando necessário. No entanto, em todos os casos o cardiologista pediátrico está lá, a cada passo do caminho.

As crianças são mais propensas a terem doenças congênitas, ou seja, doenças presentes no nascimento, e defeitos do que os adultos. E, além disso, as estatísticas são desoladoras e contam que a cada 100 crianças, uma possui algum tipo de cardiopatia. Por isso essa área é importantíssima para tratar esse grupo específico com uma necessidade tão grande.

O escopo das condições atendidas pelos Cardiologistas Pediátricos é amplo e inclui defeitos congênitos do coração, distúrbios do músculo cardíaco, distúrbios do ritmo, hipertensão e outros distúrbios sistêmicos que afetam o sistema cardiovascular.

Como anda a cardiologia pediátrica no Brasil.

Atuação e abrangência no Brasil

A especialidade já vem sendo estudada desde muito tempo e o Brasil conta com grande centros especializados exclusivamente em cardiologia pediátrica. Em diversos estados brasileiros podemos contar com centros preparados para receber esse tipo de demanda.

Até mesmo os sistemas públicos de saúde contam com locais específicos com exclusivo atendimento para a cardiologia infantil. Distribuídos nacionalmente e aptos a atender pessoas que precisam do atendimento gratuito em cardiologia pediátrica.

O HCor (Hospital do Coração) em São Paulo, por exemplo, possui uma parceria com o Ministério da Saúde Brasileiro visando melhorias no setor. Nesse caso, a intenção é investir no desenvolvimento e na expansão do conhecimento em casos de necessidade de cirurgias para doenças congênitas.

Sabemos de todos os problemas da iniciativa pública no Brasil. E quando se trata da cardiologia infantil na rede privada, de fato, não faltam centros altamente especializados no país.

Como funciona uma ressuscitação cardiopulmonar

Se o coração para de bombear sangue, este ato particularmente, é conhecido como uma parada cardíaca. A ressuscitação cardiopulmonar é uma combinação de técnicas, incluindo compressões torácicas, projetadas para bombear o coração e fazer circular o sangue para fornecer oxigênio ao cérebro. Essa técnica é um procedimento inicial até que o tratamento definitivo de um auxílio médico, possa estimular o coração a voltar ao normal e trabalhar novamente.

Como acontece um ataque cardiopulmonar?

Um ataque cardíaco ocorre quando parte do coração está desnutrido de oxigênio. Ele pode “atordoar” o coração e interromper seu ritmo e sua capacidade de bombear. Isso ocorre, porque o coração não recebe oxigênio suficiente e assim, não é capaz de continuar bombeando o sangue ao redor do corpo. Quando o sangue para de circular, o cérebro não recebe devidamente o oxigênio, essencial para seu funcionamento e assim, a pessoa rapidamente se torna inconsciente e deixa de respirar.  O termo médico para um ataque cardíaco é: infarto agudo do miocárdio (IAM).

O que é e quando fazer a ressuscitação cardiopulmonar.

Quais são suas principais causas?

A parada cardíaca pode ser resultante de muitas variáveis e as causas tendem a diferir de adultos para crianças.

  • Nos adultos, elas podem ser resultado de:
    • Doença cardíaca – a causa mais comum de parada cardíaca reversível (70%).
    • Algum trauma ou pancada muito violenta.
    • Doença respiratória.
  • Para as crianças, elas podem ser ocasionadas por:
    • Doença cardíaca (geralmente congênita)
    • Algum trauma ou pancada muito violenta.
    • Doença respiratória.

A massagem cardíaca pode salvar uma vida!

A manobra de massagem cardíaca pode ser a salvação em uma situação de primeiros socorros e aumenta muito as chances de sobrevivência da pessoa. Principalemnte se ela for iniciada logo após o coração ter parado de bater. Se nenhuma massagem for realizada, pode levar apenas três a quatro minutos para a pessoa ter morte cerebral devido a uma falta de oxigênio.

Ao realizar a massagem, você circula o sangue para que ele possa fornecer oxigênio para o corpo, cérebro e outros órgãos manterem-se em funcionamento, enquanto você espera pela a ambulância. Geralmente há bastante oxigênio ainda no sangue para manter o cérebro e os órgãos “vivos” por alguns minutos. Entretanto, sem o auxílio do coração, o sangue não circula, ao menos que alguém faça a massagem. Ela não garante que a pessoa irá sobreviver, mas fornece a essa pessoa uma grande chance, que sem ela, certamente não existiria alguma possibilidade.

Se você não tem certeza se uma pessoa está em parada cardíaca ou não, você deve iniciar o procedimento mesmo assim. Se  essa pessoa não estiver precisando da manobra, ela provavelmente responderá às suas tentativas. E fique tranquilo, pois ao realizar a massagem, não existe a possibilidade de você causar algum tipo de dano a alguém, mesmo que ela não estivesse precisando.

Entenda os passos essenciais para realizar uma massagem cardíaca

Como realizar uma manobra de ressucitação cardiopulmonar

Antes de tudo você vai precisar tomar algumas medidas antes de iniciar a massagem. São elas:

  1. Verifique o ambiente e a pessoa. Certifique-se de que o local é segura, em seguida, toque a pessoa no ombro e fale alto “Você está OK?” Para garantir que a pessoa realmente precisa de ajuda.
  2. Ligue para a emergência para obter assistência. Se for evidente que a pessoa precisa de ajuda, ligue (ou peça alguém ligar) para a emergência, em seguida, peça para providenciarem um desfibrilador (geralmente presente como dispositivo de emergência em muitos locais).
  3. Abra as vias aéreas. Com a pessoa deitada de costas, incline ligeiramente a cabeça levantando o queixo.
  4. Verifique se há respiração. Ouça cuidadosamente, por não mais de 10 segundos os sons de respiração. (Sons ofegantes ocasionais não equivalem à respiração.) Se não houver respiração, comece o procedimento.

A massagem:

  1. Empurre forte e empurre rápido. Coloque as mãos, uma em cima da outra, no meio do peito. Use o seu peso corporal para ajudá-lo a administrar compressões que devem atingir pelo menos 2 centímetros de profundidade. E devem ser feitas a uma taxa de pelo menos 100 compressões por minuto.
  2. Faça respirações boca a boca. Com a cabeça da pessoa inclinada para trás ligeiramente e o queixo levantado, feche o nariz do indivíduo e coloque a boca sobre a boca da pessoa para fechar completamente a saída de ar. Sopre na boca da pessoa para fazer o peito subir. Faça duas respirações de resgate e continue com as compressões.
  3. Continue as etapas do procedimento. E continue fazendo ciclos de compressão torácica e respirando até que a pessoa apresente sinais de vida ou até a chegada rápida de um médico responsável.

Entendendo a nefrologia

A nefrologia é um ramo da ciência médica que lida com o estudo das funções normais dos rins, bem como as possíveis doenças que possam lhe acometer. Estas deficiências incluem, distúrbios glomerulares, que podem afetar a filtração renal, doenças vasculares renais, infecções renais, nefrite, doenças auto-imunes, hidronefrose, diálise e desequilíbrios de bases ácidas, entre outras.

Para atuar na área da nefrologia, o médico tem que se especializar e ter sido residente nesse segmento. E a partir disso, um médico especializado em diagnóstico e gestão de doenças renais é referido como um nefrologista.

Qual o papel do rim, como ele funciona e quais doenças que o acometem?

Os rins filtram o sangue, produzem urina, controlam a pressão sanguínea, regulam os produtos químicos do sangue, estimulam a produção de células sanguíneas e desempenham outras funções fisiológicas cruciais.

Entenda um pouco mais sobre a ciência que estuda os seus rins.

A diabetes é a principal causa de doença renal no mundo. Níveis elevados de glicose no sangue – especialmente quando combinados com pressão arterial elevada – podem causar uma diminuição progressiva na eficácia da função dos rins. Nos casos mais graves, a filtração do sangue através dos rins pode atingir um nível criticamente baixo,sendo muito pouco para suportar a vida. Nestes casos, o tratamento com diálise ou transplante renal é necessário para continuar vivendo.

Os nefrologistas ajudam pacientes diabéticos a tomar medidas e cuidados para proteger sua função renal ao longo do tempo. Além de ajudar a tratar as várias complicações que surgem a partir dessa doença, incluindo anormalidades de eletrólitos e minerais, anemia e hipertensão.

Como muitos medicamentos são processados ​​através dos rins, os nefrólogos também precisam garantir e ter muito cuidado para que os pacientes estejam tomando doses adequadas de seus medicamentos; É extremamente crucial que a dose recomendada vá de acordo com o nível de função renal e assim, não sobrecarregar um órgão que já está debilitado.

Para os pacientes com doença renal grave, os médicos nefrologistas também podem ajudá-los a se preparar para potenciais diálises ou transplantes que possam vim a ser necessários, em tempo hábil para a recuperação do mesmo.

Mesmo com doença renal, ainda existe uma grande vida pela frente!

O que envolve o trabalho de um nefrologista?

Estes médicos também são treinados além da administração de diálise, mas também como no tratamento de distúrbios de eletrólitos e hipertensão. Pacientes com doenças renais trabalham com seus nefrologistas para ter uma vida normal, apesar de sua condição. Os cuidados incluem:

  • Educar os pacientes sobre os medicamentos prescritos e garantir que eles tomam seus medicamentos no momento certo e com a dose correta;
  • Equilibrar a vida familiar, a carreira e o tratamento;
  • Realizar uma reeducação alimentar, para que o paciente consiga manter seu sangue “saudável”.